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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

MANU CHAO


MANU CHAO

Manu Chao é um musico francês nascido em Paris, no dia 21 de junho de 1961, cujo nome completo é Jose-Manuel Thomas Arthur Chao.
Algumas vezes usou o pseudônimo Oscar Tramor. O seu pai é o conhecido escritor galego, Ramón Chao. Manu cresceu bilíngue, influenciado pela crescente cena punk que se desenvolvia em França. Na adolescência, chegou a tocar com algumas formações, incluindo o grupo rockabilly Hot Pants, que foi bem recebido pela crítica, mas não teve muita repercussão.
Após desistir dos Hot Pants, Manu formou os Mano Negra, uma banda ecléctica com influências de música francesa e espanhola, além da forte presença do punk via The Clash. O nome é uma homenagem a uma organização anarquista que actuava em Espanha na época. O primeiro single dos Mano Negra foi Mala Vida, e o seu grande sucesso em França rendeu ao grupo um contrato com a editora Virgin.
Em 1992, os Mano Negra fizeram uma tourné pela América Latina. Mas não foi uma tourné comum: os elementos da banda viajavam de barco, ao lado de actores e de um circo, tocando em cidades portuárias ao longo de toda a costa do continente. Um dos momentos mais marcantes aconteceu no Rio de Janeiro, durante a convenção mundial Eco 92: na Praça dos Arcos da Lapa, os Mano Negra fizeram um concerto que contou com a participação de Jello Biafra, da banda Americana Dead Kennedys.
Em 1995, os Mano Negra mudaram-se para Espanha, onde Manu montou um projeto paralelo, o Radio Bemba Sound System, juntamente com outros elementos. Essa mistura causou atritos internos, o que levou ao fim dos Mano Negra.
Sem banda, Manu voltou para a América do Sul e passou os anos que se seguiram viajando com a sua viola e gravando apenas ocasionalmente, sem compromisso. O resultado musical de suas viagens, o disco Clandestino, foi lançado em 1998. A repercussão inicial foi tímida, mas Clandestino acabou sendo um grande sucesso na França e na América Latina (em especial no Brasil), apesar de suas letras serem uma mistura de inglês, francês, espanhol, galego e português. Músicas como Desaparecido e a musica-título passaram nas rádios brasileiras e tiveram óptima repercussão.
Em 2000, Manu Chao participou do Free Jazz Festival, fazendo espectáculos bem-sucedidos e com muito publico presente, no Rio de Janeiro, com Caetano Veloso e outros artistas brasileiros. Em junho de 2001, o cantor lançou seu segundo disco, Proxima Estacion: Esperanza, com mais influências de música das caraíbas. Em 2005, gravou a música Soledad Cidadão, numa participação especial para Os Paralamas do Sucesso.
Para além disso, Chao gravou o tema Me Llaman Calle, tema esse que é a música principal do filme Princesas.



Paginas Oficiais do Artista:

http://www.manuchao.net/
http://www.myspace.com/manuchao


Discografia:

Clandestino (1998)







Próxima Estación: Esperanza (2001)







Radio Bemba Sound System (live album) (2002)







Babylonia en Guagua DVD (2002)









Sibérie m'était contée (2004)







La Radiolina (2007)







Estación Mexico (2008)

domingo, 13 de fevereiro de 2011

THE POGUES




THE POGUES:

Eis que finalmente coloco aqui um post com uma das bandas que me dá uma enorme alegria de cada vez que os oiço.
Os The Pougues são possuidores de um som arrebatador, capaz de fazer dançar, ou pelo menos faze-lo bater o pé ao som da batida, o mais céptico e mais introvertido dos ouvintes.
quanto a mim, adoro ouvir esta mescla de sons tipicamente irlandeses com uma pop mais virada para o punk.
The Pogues é uma banda de rock Britânica, que surgiu no principio dos anos 80 composta por: Jem Finer, Spider Stacy y Shane MacGowan. Aparecem nos anos posteriores ao surgimento do movimento Punk, e mistura em partes iguais música punk e música tradicional irlandesa. O nome originário do grupo é: Pogue Mahone (Beija-me o cu, em irlandês). Os três ouviam velhos discos de música irlandesa e decidiram fazer as suas próprias versões de temas tradicionais. Finalmente editam o seu primeiro disco e a editora pede-lhes que mudem o nome para The Pogues.
O grupo com fama de "amigos das farras" e bêbados, conseguem ir ganhando o seu próprio espaço na cena musical Britânica, não só pela música que fazem, mas também pelas broncas criadas nos seus concertos e pelas desavenças constantes com a sua editora. Os problemas do vocalista e líder Shane MacGowan com o álcool fazem-no passar diversas vezes por centros de desintoxicação. Não obstante, esta é a época em que editam os seus discos mais célebres, até ao álbum Hell's Ditch (1990).
Em 1991, partem em tour para os Estados Unidos sem Shane MacGowan, expulso do grupo, que inicia uma carreira com uma nova banda chamada: Shane MacGowan & amp; The Popes. Por outro lado, à banda junta-se agora para esta tour Joe Strummer, o ex líder de The Clash. Durante os anoa 90 gravam ainda dois discos com "Spider" Stacy como vocalista, mas na segunda metade da década, em 1996 o grupo é extinto.
Em 2001 a banda volta ao activo tocando regularmente nos Estados Unidos, no reino Unido e na Irlanda. no entanto não voltaram a lançar mais nenhum álbum e de acordo com Spider Stacy, não pensam faze-lo, pelo menos para já.

A primeira formação.

The Pogues surgem por volta de 1982. Não se sabe se foi por azar ou não, mas diz a lenda que um dia estavam reunidos Jem Finer, Spider Stacy y Shane MacGowan (que tinha feito parte da banda punk The Nips). Este último, apanhou uma guitarra que havia por ali e pôs-se a tocar de uma maneira mais acelerada uma musica tradicional Irlandesa. Segundo Stacy, não está claro se MacGowan teria aquilo pensado ou não, mas o caso é o sucedido foi como uma revelação. A ideia era recuperar os antigos sons Irlandeses e dar-lhes uma nova perspectiva. E a partir desse conceito nasce o álbum de estreia da banda, Red Roses for Me (1984),já com a baixista Cait O'Riordan, o acordionista James Fearnley e o baterista Andrew Ranken. O disco mostra claramente as intenções da banda, com alguns dos seus temas "chave" como, Streams of whiskey.

 


Elementos da Banda:

- Shane MacGowan: Voz, Guitarra, Banjo.
- Spider Stacy: Voz, Silvos Metálicos.
- Philip Chevron: Guitarra, Voz.
- James Fearnley: Acordeão, Bandolim, Piano, Guitarra.
- Terry Woods: Bandolim, Cítara, Concertina, Guitarra, Voz.
- Jem Finer: Banjo, Mandola, Saxofone, Guitarra, Voz.
- Andrew Ranken: Bateria, Percursão, harmónica e Voz.
- Darryl Hunt: Guitarra Baixo.

Antigos Elementos:

- Cait O'Riordan:
- Joe Strummer:
- Jamie Clarke:
- Dave Coulter:
- James McNally:

Sites Oficiais da Banda:

http://www.pogues.com/
http://www.myspace.com/thepoguesofficial
http://www.facebook.com/pages/The-Pogues/106152776081709

Discografia da Banda:

Red Roses for Me (1984)












Rum Sodomy & the Lash (1985)












If I Should Fall from Grace with God (1988)












Peace and Love (1989)












Hell's Ditch (1990)












The Best of The Pogues (1991)












Essential Pogues (1991)












The Rest of The Best (1992)












Waiting for Herb (1993)












Pogue Mahone (1996)












The Very Best of The Pogues (2001)












Streams of Whiskey: Live in Leysin, Switzerland 1991 (2002)












The Ultimate Collection (2005)












The Ultimate Collection including Live at the Brixton Academy 2001 (2005)












Dirty Old Town: The Platinum Collection (Budget CD) (2005)












Just Look Them Straight in the Eye and Say....POGUE MAHONE!! (Anthology/Box Set of rare and unreleased tracks) (2008)



domingo, 17 de outubro de 2010

THE LEGENDARY TIGER MAN


The Legendary Tiger Man:

Ainda sei muito pouco sobre este artista Português, no entanto asseguro-vos que vale a pena ouvir a musica deste "One -man Show", pois ele sozinho é capaz de produzir o que muitas bandas que por aí existem nunca na vida o vão conseguir.
O misto de Blues com Folk é muito bom. Sem duvida, um dos meus favoritos
The Legendary Tiger Man é o nome artístico de Paulo Furtado, um músico e cantor português, fundador dos extintos Tedio Boys. Ele actua a solo e é, também, o vocalista e principal compositor da banda Wraygunn. Caracteriza-se pelo seu estilo único, consegue tocar guitarra, harmonia e bateria sozinho em palco. O seu estilo musical é uma mistura de indie, blues e rock.





Nome Do Artista:

Paulo Furtado

Sites Oficiais:
 
http://www.myspace.com/thelegendarytigerman
http://www.facebook.com/pages/The-Legendary-Tiger-Man/124149749767
 
  Discografia do Artista:
 
2003 Fuck Christmas, I Got the Blues 












2004 Naked Blues 












2004 The Legendary Tiger Man - In Cold Blood - A Sangue Frio













2006 Masquerade

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2009 Femina
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

domingo, 19 de setembro de 2010

DEAD COMBO


Dead Combo 

Os Dead Combo são uma banda Portuguesa cujas principais influências musicais são o Fado, o Rock, as bandas sonoras dos Westerns, bem como música da América do Sul e de África.
Quando um dos meus grandes amigos (o Rui Matias) me deu a conhecer esta banda, fiquei pasmado, é que estes senhores tem um som tão diferente e tão bem feito, que fiquei instantaneamente fã deles. É sem duvida alguma uma das bandas que me passou a acompanhar para qualquer lado no meu MP3.
Espero sinceramente que gostem.
A banda é constituída por dois membros apenas: Tó Trips (guitarras) e Pedro V. Gonçalves (contrabaixo, kazoo, melódica e guitarras).
Os membros conheceram-se em 2001, quando no final de um concerto, Tó pediu boleia a Pedro sem saber que este não tinha carro. Foram então ambos a pé até ao Bairro Alto e, no meio da conversa, surgiu a ideia de gravarem um álbum em tributo ao génio da guitarra portuguesa, Carlos Paredes.
A pouco e pouco foram surgindo os Dead Combo, sendo 2002 referido pela banda como o ano definitivo da sua formação. Em 2004 viriam a lançar o seu álbum de estreia, cuja sonoridade inovadora foi recebida com entusiasmo pela crítica portuguesa.
Em 2005, Charlie Gillet fez uma selecção dos "Melhores de 2005". Nessa lista constam os Dead Combo com o seu álbum de estreia Vol.1.
Os Dead Combo compuseram a banda sonora original para o filme "Slightly Smaller Than Indiana" de Daniel Blaufuks.
O nome surgiu quando o Tó Trips criou o grupo. Na altura ele era o único elemento e a ideia era ser um grupo (combo) que no fundo não existia, com músicos convidados.
As influências musicais desta banda são muito vastas e abrangentes. Vão desde os Slayer a Cesária Évora, de Carlos Bica a Queens of The Stone Age, de Bach a If Lucy Fell. Se calhar por essa razão é que a música deles é um aglomerado de muitas outras músicas, acabando assim de algum modo criar o som, característico e único desta banda.


Elementos da Banda:


Tó Trips (guitarras)
Pedro V. Gonçalves (contrabaixo, kazoo, melódica e guitarras)

Sites Oficiais da banda:

http://www.deadcombo.net/Dead_Combo/Dead_Combo_-_Home.html

http://www.myspace.com/deadcombo
http://deadcombo.blogs.sapo.pt/

Discografia:


Vol.1 - (2004)







Vol. 2 - Quando A Alma Não É Pequena - (2006)







Guitars From Nothing - (2007)







Lusitânia Playboys - (2008)







Live Hot Clube - (2009)

terça-feira, 30 de março de 2010

BEIRUT


Beirut.

Beirut é o nome de uma banda Americana liderada por Zachary Francis Condon ( Zach Condon), nascido em Santa Fé, Novo México.
Inicialmente era um projecto a solo por parte deste músico que depois se expandiu até se tornar na banda que hoje dá cor a este género musical.
Zach Condon iniciou a sua vida musical aos 15 anos, ao editar um álbum sob o nome de "The Real People" e que tinha o titulo de "The Joys of Losing Wight".
Ele estudou até aos 16 anos na escola Santa Fé High School, depois foi viajar pela Europa, onde teve contacto com a música balcânica e com vários artistas,incluindo Boban Marković Orchestra e Goran Bregović
A sua musica ele combina elementos do Leste Europeu e do folk. Zach Condon tem o trompete e o ukelele como seus principais instrumentos, tendo sido impedido de tocar guitarra após ter sofrido um acidente que lhe privou parte das funções de um dos pulsos.
O primeiro lançamento oficial com o nome de Beirut contou com a colaboração de Jeremy Barnes (Neutral Milk Hotel, A Hawk and a Hacksaw) e Heather Trost (A Hawk and a Hacksaw).
Em 2006, os Beirut lançaram dois álbuns inspirados pela música Balcânica, pelos Ba Da Bing, Gulag Orkestar e Lon Gisland. Também lançaram outras músicas separadas, três disponíveis no Pompeii EP, outra num CD-Single junto a Calexico, e outra numa colectânea para a revista The Believer. Quando morava em Brooklyn, Zach Condon gravou também um vídeo de "Scenic World" na fábrica da Sweet'N Low, e tocou em vários sítios em Nova Iorque e na Europa.
O segundo álbum, The Flying Club Cup, foi disponibilizado na Internet em 25 de Agosto de 2007 e lançado em 9 de Outubro de 2007.
Em 2009 lançaram o seu terceiro álbum, March of the Zapotec.
Zach Condon diz que tem como influências musicais, músicos muito diferentes, tais como:
Jacques Brel Magnetic Fields. The smiths, Klezmer, the kocani orkestar ( and any balkan brass music) ,crooners. Serge Gainsbourg, Yves Montand. e caetano Veloso.


Elementos da Banda:

Zach Condon (Trompete e Ukelele)
Perrin Cloutier (Violoncelo e Acordião)
Jason Poranski (guitarra / Bandolim e Ukelele)
Nick Petree (Bateria)
Kristin Ferebee (Violino)
Paul Collins (Orgão / teclados / Tamborim e Ukelele)
Jon Natchez (Saxofone Barítomo / Bandolim e glockenspiel)
Kelly Pratt (Trompete e Bombardino).

Site Oficial da Banda:
http://www.beirutband.com/
http://www.myspace.com/beruit
http://twitter.com/Beirutband


Discografia:

Álbuns :

Gulag Orkestar (2006)







The Flying Club Cup (2007)







March Of The Zapotec (2009)

 

 

 

EP`s : 

Lon Gisland (2007)








Pompeii (2007)







Elephant Gun (2007)







March Of The Zapotec (2009)